sábado, 7 de maio de 2011

poesia gosta de colo

Poesia gosta de colo,
Aninha-se como bebê carente em almas doces e generosas,
Abriga-se em pessoas azuis e sai de mãos que ofertam sem pedir o troco,
Por isso, nem pode correr de lindas cores.
Quando ela se ausenta,
Viaja no tempo,
Encanta mundos e volta,
Correndo pros braços perfumados que a querem receber e recomeçar… outra vez…
Abra os braços… ó, é ela vindo… cheia de tons e sons encantadores de alma.


Da minha querida amiga, Jane Abel

3 comentários:

Priscila Paiva disse...

Que lindo!

Priscila Paiva disse...

ai... eu gosto de colo e de poesia...

A vida em verso e prosa disse...

Muito bacana, Desiree!

Esta sua amiga é poetisa? Tem livros ou é, digamos, uma doce e talentosa amadora?