
Poesia gosta de colo,
Aninha-se como bebê carente em almas doces e generosas,
Abriga-se em pessoas azuis e sai de mãos que ofertam sem pedir o troco,
Por isso, nem pode correr de lindas cores.
Quando ela se ausenta,
Viaja no tempo,
Encanta mundos e volta,
Correndo pros braços perfumados que a querem receber e recomeçar… outra vez…
Abra os braços… ó, é ela vindo… cheia de tons e sons encantadores de alma.
Da minha querida amiga, Jane Abel
3 comentários:
Que lindo!
ai... eu gosto de colo e de poesia...
Muito bacana, Desiree!
Esta sua amiga é poetisa? Tem livros ou é, digamos, uma doce e talentosa amadora?
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