quinta-feira, 25 de novembro de 2010

confesso


Confesso que julgo as pessoas. Não tô dizendo roupas, bens e coisaetal. Estou acostumada com pessoas de chinelim de dedo que podem comprar a Alpargatas a vista. Essa fase superficial eu já superei. Acontece que tenho uma postura muito analítica quando re-conheço alguém.


Hoje atendi uma pessoa, muito certinha com uma empresa linda, perfeita, sucesso absoluto em menos de 4 anos, uma simpatia só. Pensei com meus botões: aí tem merda.

Caraca, fico me consumindo depois, não haja com pré-conceitos. Até porque meus julgamentos são sempre ao contrário, não confio no que é comportadinho e perfeitinho demais. Aceito muito bem a imperfeição, mas tenho pânico de coisas que me parecem certinhas, fabricadas. Vai entender...

Hoje fiquei assim o dia inteirinho. Mas e meu feeling, enfio onde? E aquela energia que ronda que me cutuca dizendo isto ou aquilo? Não tem números, provas, certidões ou imposto de renda que me convença. Sempre fica aquela pulguinha pulando ali na minha frente.

Tento memorizar isto todos os dias: não julgue as pessoas! Mas me fecho em copas quando sinto cheiro de perigo, como uma presa que não vendo o caçador, sente o cheiro da morte.

Daí para dar a segunda chance... ahhhh tragédia! :D

1 comentários:

Fabi disse...

Acho que o que importa aí é o que você faz com esse julgamento. O grande lance é conseguir dar a 2a chance.
Passa no atributos, deixei um presente prá ti!